2.2.20

mais um dia palíndromo

Ok, isso é uma espécie de esporte típico dos nerds: ficar procurando dias palíndromos, só pra encher a paciência dos outros.

E hoje é um desses dias: 02/02/2020.

Figura 1 - O Word Art mandou lembranças...

Se for lido de trás pra frente, vai dar a mesma coisa.

"Pretty silly", obviamente, pois depende que o formato de escrita do número do mês e do dia sejam com dois algarismos.

Claro, quem quiser encher o saco dos outros com alguma hora palíndroma, pode aproveitar que o dia está só no começo, e mandar uma mensagem só para acordar a pobre vítima no meio da madrugada.

Bom dia palíndromo a todos!

P.S.: ando achando tanta coisa retrô de computador na internet que está dando muita vontade de postar mais conteúdo.

4.7.19

mais uma daquelas dúvidas linguísticas

Por que as pessoas usam o pretérito imperfeito para relatar seus sonhos, e não o pretérito perfeito?

Fig. 1 - Komm her, ich kann den Zaubertrick, je fais des rêves en plastique

Isso é uma dessas estranhas unanimidades invisíveis da comunicação.

É tipo "eu entrava no avião e ele saía voando", ao invés de "eu entrei no avião e ele saiu voando".

Alguém tem alguma ideia?

Outra coisa: como é isso em outras línguas? Alguém sabe se as pessoas usam tempos verbais específicos para relatar sonhos? (ou qualquer outra peculiaridade linguística...)

11.12.18

Um remédio, por favor.

Eu realmente não sei mais o que escrever nesse blog.

Entra ano, sai ano,  renovo o domínio, prometo a mim mesmo que dessa vez eu vou escrever mais... só que nada.

Talvez seja a idade mesmo.

Hoje cedo minha glicemia em jejum deu 103.

Figura 1 - Quando todas as imagens "royalty free" que você encontra possuem, na verdade, alguma restrição de uso, você mesmo tira sua própria foto de "açúcar" para ilustrar seu post.
"Mas Bruno, você é diabético?"

É isso que eu quero descobrir.

O refil da minha maquininha estava vencido. Suspeitei que os resultados estavam errados.

Aí comprei outra maquininha de medir a glicemia. Agora eu tenho duas maquininhas de medir a glicemia.

E os resultados do dia, além de não estarem tão elevados assim, estavam muito parecidos entre si.

Acho que não sou diabético. Sou hipocondríaco.

Alguém tem algum remédio para a hipocondria?

27.5.18

Edit: algumas coisas eu sempre repito, outras eu sempre corrijo

"Bruno, você tem cara de que ainda usa o Winamp no computador."

Sim, eu ouvi isso.

Sim, eu uso isso.

It really whips the llama's ass!!!

O Windows 10 é muito bom na minha opinião, mas o player de áudio e o visualizador de imagens deles são só um "pelo menos".

Winamp e XnView ainda são meus prediletos.

A propósito, o que andam usando por aí atualmente?

21.2.18

12.2.18

Not so high! Not so high!

Eu tenho essa minha foto oficial que já me acompanha faz uns 15 anos. Mais detalhes sobre ela nesse post do meu outro blog.

Ela está em todas as minhas redes sociais e aplicativos de comunicação.

Aí comentaram comigo que pareço o menino do filme do ET nela.

Ou o próprio ET, não lembro.
Figura 1 - o ET levando o Elliot para passear
Acabo de assisti-lo novamente pela Netflix.

O Elliot, com aquela "cara de certeza" ao longo do filme, é fantástico!

Fora isso, eu nunca assisti um filme tão incômodo na minha vida.

Crianças fumando em casa, dissecando rãs na escola, a mãe num estado de alienação completa, agentes do governo bisbilhotando sua vida... todas aquelas atuações improváveis... tudo isso faz o extraterrestre parecer a coisa mais normal do mundo. Com bicicleta voando, nave espacial e tudo.

Desisto desse mundo. Cadê minha espaçonave?

5.1.18

até tu, Jarre?

Jean Michel Jarre, o músico francês que sempre esteve na vanguarda da música eletrônica, entrou numa viagem que não anda me agradando nada.

Desde que lançou "Téo and Téa" (tenho um post sobre isso) ele se enveredou para o lado do gênero rave, trance, etc., e, pra mim, ele perdeu sua essência, aquela coisa autêntica do mundo do computador e do sintetizador... aquele futurismo retrô... aquela coisa inequívoca que sempre se pôde chamar de "Jarre".

Agora ele vai participar do festival Coachella, executando as músicas do álbum "Electronica". Nada mais apropriado para o festival, mas nada mais inapropriado para seu próprio legado.

É como se ele tivesse ultrapassado uma linha imaginária que divide "nós" dos "outros". E essa linha não tem volta.