12.12.14

A memória sobrevive? (parte 2)

Em 25/10/2008, a seis anos atrás, eu escrevi um post (clique aqui) em que eu acenava com a possibilidade do fim do email.

A verdade é a seguinte: naquela ocasião, eu havia sonhado com a cena descrita no post, e procurei uma reportagem qualquer que embasasse a mesma.

De lá pra cá, o Facebook ganhou força, o Orkut desapareceu, e o email simplesmente continua existindo.

Isso torna o post uma mentira?

Não interpreto assim.

As pessoas continuam trocando emails, mas o volume de mensagens através de outros meios -- a mensagem do Facebook e, o mais importante, o Whatsapp, algo simplesmente impensável naquela época -- é incomparavelmente maior.

Acho que quem mais tem méritos aqui é o Kodi, que, nos comentários, prenunciou o futuro da seguinte forma:
Acabar em 5 anos? Duvido!Só se substituírem por outra coisa com nome diferente, mas mesma função. Aposto mais em ferramentas integradas estilo celular com câmera, video-game, etc. Já estão misturando mensagens de cel com mail, mas ainda continua sendo um mail.

Kodi, você foi eleito o futurólogo deste blog.

Qual será a próxima revolução mundial?


2 comentários:

Ocho disse...

Hahaha. Kodi futurólogo, boa!!

O email vai ser difícil de ser extinto a curto prazo, visto que as redes sociais não fornecem a estrutura adequada para substituir de vez os emails, como anexar arquivos grandes diretamente no email sem precisar de iCloud ou Google Drive da vida.

Fora que grandes corporações não podem ficar dependendo de redes sociais para mandar ofícios e documentações a clientes e outras empresas, elas precisam ter um domínio próprio pra isso e com uma segurança que uma rede social não tem a elas.

Kodi disse...

Viram só, confiem nas minhas previsões. Cobro barato se quiserem consultas e também manjo de tarô, runas, borra de café. Ah sim, amarração de amor.